Numa folha de papel eu tenho o mundo em minhas mãos;
Desenho uma nuvem, parece que vai chover;
Apenas rascunho...

Outra folha, escrevo teu nome, escrevo o meu,
Faço um barquinho de papel,
Quem sabe os ventos o leve até você, quem sabe os sete mares ouçam minhas preces...

Sei que não tenho a melhor grafia do mundo, sei que é difícil de entender,
Mas tente compreender que rascunhos de tinteiro não se apagam, se fixam na memória e se tornam parte da história.

Podem até dizer que faço de minha vida um rascunho, mas saiba que rascunhos de tinteiro não se apagam...

Um verso...
Teu nome...
E tantas outras folhas em branco...assim se monta a literatura de amar...