Do último andar
Do último andar vejo toda a cidade, por uma janela que nem sei se existe de verdade...
Daqui do último andar observo todas as luzes;
Cada uma representa um lar, representa um alguém?
Se for, será que uma dessas luzes é você?
As sirenes me alertam a não pensar tão alto, e eu já pensei demais...
Os vagalumes me falam no ouvido palavras que me esqueci de dizer, poemas que me esqueci de recitar.
Aqui do último andar eu percebo que se eu pular, talvez eu não chegue no chão, talvez eu vire uma estrela e torne a brilhar...
...Quem sabe eu faça parte do teu céu, e numa noite escura que passares em claro, eu seja teu desejo;
Pois sou sempre cadente, em teu céu, decadente...
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