Entreolhando, teus olhos, meu lar...
Teu rosto, meu bem estar, e ponto final[.]
Entrelaçando, teu corpo no meu,
Não diga que se arrependeu, do que ainda está pra começar...

Perco minha fome de dormir,
Perco minha sede de sonhar,
Meu sono que me aguarde,
Pois já mandei avisar que sem ele eu não durmo, e sem mim ele não consegue descansar...

Me perco entre as rimas de um pacato refrão...
Me perco entrelinhas, entre teu coração...

E o refrão é sempre refrão...
E o verso, é sempre verso...
Me ensina então, a harmonia que irá juntar,
Refrão e verso,

Me ensina então a armadilha que irá capturar,
Teu semblante só pra mim...

É tão cativante teu jeito de menina,
Não obstante, acho que fui condenado a apenas te olhar,
Te observando como uma estrela sem constelação,
Livre para brilhar, livre para fugir, e quem sabe um dia desça até aqui...

Parece até prisão, me sinto preso a você,
Meu carcereiro é meu coração...