Noturna
Às vezes sinto que sou enganado pela noite,
Já ouvi dizer que a Lua nada mais era do que o Sol desfarçado,
Escondendo seu brilho, brilhando por dentro apenas para si,
Eu tento entender porque o tempo passa como temporal,
Tem dias que não tem como não perceber...
E qualquer vento vira vendaval,
Desvendando o que o tempo tenta esconder.
Esconderijo,
Todos cavam um dentro de si mesmos, banalidade.
O esconjuro da minha prece é para todo o sempre,
Para que a noite nunca deixe de ser noite,
Que a Lua brilhe fraquinha que seja,
Se esforçando em iluminar...
Que ilumine os esconderijos...
Quero me esconder na noite,
Só aparecer quando a Lua desabar sobre meus medos.
This entry was posted on 12:18
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3 comentários:
As vezes me sinto enganado pelo mundo...
As vezes quero me esconder dentro do meu peito, mas...
Ela o habita, mesmo não estando mas lá!!!
cara gostei muito desse post!
até me dei ao luxo de colocar o q sinto agora!
rsrs
Tour
quem nunca teve o dia que quiz se esconder e mandar tudo e todos para o inferno?
dentro de sí buscando o que tem de melhor para se defender.
e nos outros o que existe de pior para manter eles longe.
boa poesia cara
abraços
tour
Olá, Danilo! ;)
Pois é, a Lu também é minha amiga. Digamos assim que nos conhecemos desde as barrigas de nossas mães, rsrs...
Quando linkei seu blog, você também estava no Blog Tour, mas eu já havia visitado algumas vezes anteriormente, até porque eu estava organizando o blog dela, então testei se os links funcionavam e etc.
Esteja completamente à vontade para adicionar meu endereço aos seus. Espero em breve estar postando, pois ando meio desanimado, meio sem inspiração... Preciso terminar tudo aquilo que começo.
Obrigado por seu comentário.
Até mais,
Rodrigo.
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